terça-feira, 8 de julho de 2008





juiz Aluízio Bezerra declarou nesta segunda-feira 7, durante visita a redação do portal WSCOM Online, que analisará a “vida pregressa” dos candidatos para fim de manutenção do registro. A temporada de impugnações começará nos próximos dias, logo após a publicação de edital com os nomes de todos os candidatos – são 328 disputando vaga na Câmara Municipal e 6 concorrendo – com seus vices – a Prefeitura de João Pessoa.“Pode escrever que a primeira triagem será feita pelo Ministério Público Eleitoral, mas qualquer partido político, candidato ou eleitor pode entrar com o pedido”, informou Bezerra.Assim como o procurador regional eleitoral, José Guilherme Ferraz, o juiz Aluízio Bezerra - que responderá no período eleitoral por registro de candidaturas, investigação judicial, reclamações e prestações de contas de campanhas – entende que o indeferimento do registro não acontecerá apenas em casos de sentenças transitadas em julgado.“Quando a Constituição fala em sentença criminal transitado e julgado – que está no artigo 15º e no 5º e são direitos fundamentais – se refere a criminal. No artigo 15º fala apenas improbidade administrativa. Lá não está improbidade administrativa com transito em julgado”, explica o juiz.Juiz responderá no período eleitoral por registro de candidaturas, investigação judicial, reclamações e prestações de contas de campanhasBezerra informou que em reunião recente de presidentes dos tribunais regionais eleitorais todos assinaram uma carta de intenção com essa orientação.Isto significa que, mesmo nos casos em que as ações ainda estão em trâmite, o candidato pode ter o registro impugnado. Nestes casos, valerá o histórico do político.“Vamos admitir que uma pessoa tenha contas rejeitadas – 3 ou 4 processos – no Tribunal de Contas da União e tenha também mais 2 ou 3 processos no Tribunal de Contas do Estado, além de demandas criminais. Como uma pessoa dessa reúne as condições de elegibilidade para o cargo público?”, questiona o juiz.“É por isso que a manutenção dos registros dependerá da entrega de todas as certidões – civis e criminais”, concluiu.Bezerra acredita, porém, que poucas impugnações devem acontecer na Capital. Cenário diferente do que, segundo ele, deve ocorrer no interior.


segunda-feira, 7 de julho de 2008



O Dr. Raimundo que foi homologado candidato a Prefeito de Remígio pelo PT, apesar de ter sua candidatura vista como derrotada, ainda é o melhor dos Candidatos da cidade, isto é o pensamento de muitos remigenses.

O Dr. Raimundo é um homem sério e que foi cassado na última eleição, fruto de um engano, em uma de suas falas ele disse que em Remígio faltam médicos em todos os postos municipais e afirma que o dinheiro está chegando. Finaliza seu discurso com a frase: “Esse modo do atual prefeito governar não vai longe a não ser pela compra de votos”.

Remigio, meu amor!

Quem primeiro habitou o solo sagrado de Remígio município foram os Índios Potiguares e ali eles se dividiram em três grandes aldeias: Jandaíra, Queimadas e Caxexa. Segundo a história por volta de 1700, o homem branco já se encontrava na região, porém os registros dessa mesma história, mostram que só a partir de 1788, efetivamente começava as ações do homem branco quando o alferes Luiz Barbosa da Silva Freire, de tradicional família portuguesa, e residente no Rio Grande do Norte, negociou suas terras com o senhor João de Morais Valcácer, adquirindo a propriedade denominada “lagoas”, onde hoje está situado esta pérola que é o nosso município, tendo como garantia para o negócio, uma simples troca de fios de barba, a permuta das propriedades. Remígio dos Reis, genro de Luiz Barbosa, construiu sua residência próxima a uma das cinco lagoas existentes na propriedade (atual Lagoa Parque) e tornou-se o primeiro morador do lugarejo que mais tarde, por sua localização, virou ponto de parada de viajantes e tropeiros. Remígio que pertencia a Areia viveu os mesmos ideais da sede tomando parte ativa nas lutas da Confederação do Equador, uma das mais belas páginas da história areiense. O número de habitantes e as edificações cresciam em ritmo acelerado, foi quando Frei Herculano, com a ajuda da população edificou uma Capelinha no morro próximo à lagoa (hoje Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio), e o senhor Francisco Tonel construiu o mercado, fortalecendo o comércio. Em 30 de março de 1938, passamos à categoria de vila, e em 15 de novembro do mesmo ano a Lagoa de Remígio ganhou a sua atual denominação, “Remígio”, em homenagem ao seu fundador. O primeiro projeto para o desmembramento da vila de sua sede, o município de Areia, foi apresentado pelo Deputado Remigense Dr. Luiz Bronzeado, reprovado pelo Governador João Fernandes de Lima, que substituía o titular José Américo de Almeida, alegando que o desmembramento traria vários prejuízos a economia de Areia, nossa sede. Em 02 de agosto de 1956, o deputado Tertuliano de Brito apresentou a Assembléia o Projeto de Lei Nº129/1956, pedindo a emancipação de Remígio, sancionada em 14 de março de 1957, pelo Governador Flávio Ribeiro Coutinho, entrando em vigor no dia 31 de março do mesmo ano. O Sr. Epitácio Bronzeado foi nomeado para administrar o município, de 31 de março de 1957 a 06 de fevereiro de 1958.

Remigio, Meu amor!

Quem primeiro habitou o solo sagrado de Remígio município foram os Índios Potiguares e ali eles se dividiram em três grandes aldeias: Jandaíra, Queimadas e Caxexa. Segundo a história por volta de 1700, o homem branco já se encontrava na região, porém os registros dessa mesma história, mostram que só a partir de 1788, efetivamente começava as ações do homem branco quando o alferes Luiz Barbosa da Silva Freire, de tradicional família portuguesa, e residente no Rio Grande do Norte, negociou suas terras com o senhor João de Morais Valcácer, adquirindo a propriedade denominada “lagoas”, onde hoje está situado esta pérola que é o nosso município, tendo como garantia para o negócio, uma simples troca de fios de barba, a permuta das propriedades. Remígio dos Reis, genro de Luiz Barbosa, construiu sua residência próxima a uma das cinco lagoas existentes na propriedade (atual Lagoa Parque) e tornou-se o primeiro morador do lugarejo que mais tarde, por sua localização, virou ponto de parada de viajantes e tropeiros. Remígio que pertencia a Areia viveu os mesmos ideais da sede tomando parte ativa nas lutas da Confederação do Equador, uma das mais belas páginas da história areiense. O número de habitantes e as edificações cresciam em ritmo acelerado, foi quando Frei Herculano, com a ajuda da população edificou uma Capelinha no morro próximo à lagoa (hoje Matriz de Nossa Senhora do Patrocínio), e o senhor Francisco Tonel construiu o mercado, fortalecendo o comércio. Em 30 de março de 1938, passamos à categoria de vila, e em 15 de novembro do mesmo ano a Lagoa de Remígio ganhou a sua atual denominação, “Remígio”, em homenagem ao seu fundador. O primeiro projeto para o desmembramento da vila de sua sede, o município de Areia, foi apresentado pelo Deputado Remigense Dr. Luiz Bronzeado, reprovado pelo Governador João Fernandes de Lima, que substituía o titular José Américo de Almeida, alegando que o desmembramento traria vários prejuízos a economia de Areia, nossa sede. Em 02 de agosto de 1956, o deputado Tertuliano de Brito apresentou a Assembléia o Projeto de Lei Nº129/1956, pedindo a emancipação de Remígio, sancionada em 14 de março de 1957, pelo Governador Flávio Ribeiro Coutinho, entrando em vigor no dia 31 de março do mesmo ano. O Sr. Epitácio Bronzeado foi nomeado para administrar o município, de 31 de março de 1957 a 06 de fevereiro de 1958.

Salve a Terra de N.S. do Patrocinio

Este Blog tem por objetivo receber os comentários de todos que amam Remigio e que querem o seu bem.